O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se aproxima do final de seu terceiro mandato, enfrentando a pressão de cumprir promessas feitas durante a campanha eleitoral. Entre os compromissos não atendidos estão a criação do Ministério da Segurança Pública e melhorias nas condições de trabalho, destacando a proposta de extinguir a jornada de trabalho 6×1. O governo também busca implementar políticas sociais que visam garantir direitos básicos à população, como o acesso a três refeições diárias.
Neste último ano, Lula deverá concentrar esforços em pautas que ressoam com a população, especialmente visando a sua possível reeleição em 2026. A pressão por ações concretas na segurança pública e na legislação trabalhista se intensifica, enquanto o presidente tenta equilibrar promessas de campanha com a realidade política do Congresso. Além disso, a criação de uma autoridade climática e a universalização do acesso à água e energia elétrica permanecem como desafios significativos.
O cenário atual exige que Lula fortaleça sua agenda com medidas que atendam às demandas sociais e ambientais, ao mesmo tempo em que se prepara para a disputa eleitoral. O legado de sua administração dependerá da capacidade de transformar promessas em ações efetivas, especialmente em um contexto onde a insatisfação popular pode influenciar os resultados nas urnas. Com as eleições se aproximando, cada decisão será crucial para moldar o futuro político do país.

