Neste domingo (11), a população venezuelana aguarda ansiosamente a libertação de mais presos políticos, enquanto o presidente deposto, Nicolás Maduro, se declara ‘bem’ de sua cela nos Estados Unidos, onde foi detido na semana passada. A presidente interina, Delcy Rodríguez, deu início à liberação gradual de prisioneiros, em um movimento que reflete a pressão internacional sobre a situação política no país.
O governo dos Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump, anunciou que havia cancelado uma segunda onda de ataques à Venezuela após a libertação de um número considerável de presos políticos. Organizações de direitos humanos estimam que entre 800 e 1.200 pessoas ainda permanecem detidas, e a situação foi marcada pela morte de um policial sob custódia estatal, o que levantou mais preocupações sobre os direitos humanos na Venezuela.
A situação política continua tensa, com manifestações em apoio a Maduro e protestos contra o governo dos EUA. Enquanto Maduro e sua esposa, Cilia Flores, são alvo de processos por tráfico de drogas, as tensões entre os dois países se intensificam, especialmente com novas sanções sobre o petróleo venezuelano. O desdobramento desse cenário pode impactar a estabilidade política e social da Venezuela e suas relações internacionais.

