Em resposta a um alerta de segurança dos Estados Unidos, que recomenda que cidadãos americanos não viajem à Venezuela, o governo venezuelano declarou que as informações apresentadas são distorcidas e infundadas. O aviso dos EUA, que classifica a Venezuela como uma área de risco máximo, menciona detenções arbitrárias e a falta de assistência consular como preocupações principais. O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela afirmou que o país vive um cenário de calma e estabilidade, desmentindo as alegações americanas.
O alerta emitido pelos Estados Unidos destaca a natureza ‘fluida’ da segurança na Venezuela e pede cautela redobrada, especialmente em relação a grupos armados e interrupções de serviços. Em contrapartida, a chancelaria venezuelana reafirma que todas as atividades e serviços no país estão operando normalmente. O governo, por sua vez, também anunciou a liberação de vários detidos, que inclui opositores políticos, em um gesto que visa promover a paz.
Essa troca de acusações entre os dois países destaca as tensões diplomáticas existentes e levanta questões sobre a segurança e os direitos humanos na Venezuela. Enquanto o governo venezuelano insiste em sua narrativa de estabilidade, os Estados Unidos e diversas organizações internacionais continuam a expressar preocupações sobre a situação de direitos humanos no país. O impacto dessas declarações pode afetar as relações entre os dois países e a percepção internacional sobre a Venezuela.

