O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou uma operação militar na madrugada de 3 de janeiro de 2026, resultando na prisão do ditador Nicolás Maduro, que governava a Venezuela desde 2013. A ação, descrita pela Casa Branca como um esforço para combater o narcoterrorismo, ocorre em um contexto de longa hostilidade entre os EUA e o regime venezuelano, com Trump defendendo ações militares desde seu primeiro mandato, em 2017.
A invasão foi criticada por especialistas, que questionam a legitimidade da justificativa apresentada pelo governo americano. Além da acusação de narcoterrorismo, a Casa Branca busca o controle das vastas reservas de petróleo da Venezuela, consideradas essenciais para a estratégia geopolítica dos EUA. A Venezuela possui a maior reserva petrolífera do mundo, e emissários americanos já começaram a fazer exigências ao governo venezuelano sobre a comercialização do petróleo, incluindo a proibição de sua exportação para países como China e Irã.
Enquanto isso, a vice-presidente Delcy Rodríguez, aliada de Maduro, assumiu o comando, indicando que o regime chavista pode se manter no poder, apesar da intervenção. A situação levanta preocupações sobre a possibilidade de um prolongado conflito na região e os impactos que a nova configuração de poder pode ter nas relações internacionais, especialmente entre as potências globais envolvidas na disputa por influência na América Latina.

