Protestos no Irã persistem apesar da repressão e apagão de internet

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Teerã, Irã, desafiando a repressão crescente imposta pelas autoridades. Apesar de um apagão de internet que bloqueou a comunicação com o mundo exterior, vídeos que vazaram do país mostraram protestos intensos, com gritos contra o líder supremo Ayatollah Ali Khamenei. Os manifestantes ecoaram slogans como “Morte a Khamenei” e “Viva o xá”, refletindo um descontentamento profundo com o regime atual.

A repressão das autoridades iranianas se intensificou nas últimas semanas, com relatórios sobre prisões em massa e uso de força contra os manifestantes. O apagão de internet, implementado na quinta-feira, foi uma tentativa clara de silenciar a oposição e interromper a disseminação de informações sobre os protestos. Contudo, a resistência dos cidadãos indica uma determinação crescente em lutar por mudanças políticas e sociais no país.

As implicações desse movimento são significativas, não apenas para o Irã, mas também para a comunidade internacional. A resposta do governo poderá afetar a estabilidade interna e a percepção global sobre o regime iraniano. À medida que os protestos continuam, a pressão sobre as autoridades para responder a demandas de liberdade e direitos humanos deve se intensificar, potencialmente provocando uma reação mais ampla da sociedade civil e da comunidade internacional.

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