Queda de Maduro reduz tensões e risco de conflito na Guiana

Camila Pires
Tempo: 2 min.

A recente destituição de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, por uma operação dos Estados Unidos, diminui significativamente o risco de conflitos fronteiriços com a Guiana. Com a neutralização das ameaças venezuelanas, a Guiana, rica em petróleo, se torna um ambiente mais seguro para investimentos internacionais, especialmente nas operações da Exxon Mobil e outras empresas do setor. Essa mudança ocorre em um contexto de disputas territoriais que se arrastam há décadas entre os dois países sul-americanos.

Historicamente, as tensões entre Venezuela e Guiana remontam ao século XIX, exacerbadas por descobertas de petróleo nos últimos anos. A ameaça de Maduro de anexar partes do território guianense complicou os planos de exploração, mas a sua saída do poder poderá aliviar essas pressões. Analistas afirmam que a situação agora permite um panorama mais estável para investimentos e exploração de petróleo na costa guianense.

As implicações dessa mudança são amplas, com especialistas indicando que as operações de extração de petróleo poderão prosseguir sem as incertezas anteriormente impostas pelo governo venezuelano. A Guiana pode se beneficiar de um crescimento econômico acelerado, enquanto a Venezuela enfrenta uma crise interna. Este novo cenário geopolítico pode redesenhar as dinâmicas de poder na América do Sul e influenciar futuras decisões de investimento na região.

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