O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva neste sábado, 10 de janeiro de 2026, que impede a apreensão de receitas da venda de petróleo da Venezuela por tribunais norte-americanos. A medida visa assegurar que os fundos permaneçam sob controle do governo dos EUA, destinados a promover ‘paz, prosperidade e estabilidade’ no país sul-americano.
A decisão de Trump ocorre em um contexto de crescente tensão política, após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em uma operação militar que resultou em numerosas fatalidades. O governo dos EUA justifica a ordem como uma forma de garantir que a receita do petróleo seja utilizada para fins governamentais, ao mesmo tempo em que busca restabelecer a presença de empresas petrolíferas norte-americanas na Venezuela, que sofreram com a nacionalização de seus ativos no passado.
As implicações dessa ordem são significativas, pois não apenas reforçam a posição dos EUA sobre a Venezuela, mas também podem afetar as dinâmicas econômicas e políticas na região. Maduro, que enfrenta acusações graves, permanece preso em Nova Iorque, enquanto a Casa Branca espera que a medida contribua para a estabilidade no país. O desdobramento desta situação poderá influenciar futuras relações diplomáticas entre os EUA e a Venezuela.

