Estados Unidos capturam Maduro e iniciam intervenção militar na Venezuela

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

Em 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos lançaram uma operação militar na Venezuela, capturando o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em Caracas. Ambos foram transferidos para Nova York, onde enfrentarão acusações de narcotráfico e terrorismo. A vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina, classificando a ação como um sequestro e uma agressão brutal à soberania venezuelana.

Durante uma coletiva, o presidente Donald Trump declarou que os EUA têm a intenção de reestruturar a indústria petrolífera da Venezuela, prometendo investimentos significativos. Ele afirmou que a operação foi um sucesso e reiterou que o domínio americano na América Latina não será questionado novamente. Ao mesmo tempo, a nova acusação contra Maduro excluiu sua suposta liderança no Cartel de Los Soles, reduzindo a gravidade das acusações anteriores.

As implicações dessa intervenção são profundas, com a possibilidade de uma nova configuração política na Venezuela. Trump rejeitou a ideia de novas eleições no curto prazo, afirmando que a prioridade é consertar o país. Enquanto isso, o governo americano observa a influência de potências como Rússia e China na região, considerando-a uma ameaça que requer atenção contínua.

Compartilhe esta notícia