Na última sexta-feira (09/01), forças armadas dos Estados Unidos interceptaram um petroleiro no Mar do Caribe, dando continuidade à sua campanha contra o comércio ilegal de petróleo proveniente da Venezuela. A operação, que envolveu fuzileiros navais e a Marinha americana, resultou na apreensão do navio Olina, o quinto a ser capturado neste esforço militar. O governo americano busca desmantelar redes de transporte que desafiam as sanções internacionais impostas ao regime venezuelano.
O Comando Sul dos EUA anunciou a apreensão, ressaltando que não há refúgio seguro para aqueles que violam as leis internacionais. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que o Olina era suspeito de transportar petróleo embargado da Venezuela. A operação é parte de uma estratégia mais ampla, que inclui um bloqueio naval ordenado pelo presidente Donald Trump, visando impedir a movimentação de petroleiros sancionados na costa venezuelana.
Além do impacto imediato sobre o comércio de petróleo, a apreensão do Olina representa um aumento da presença militar americana na região. As forças dos EUA têm intensificado suas ações no Caribe, refletindo a preocupação com a segurança e a aplicação de sanções. O desdobramento dessas operações poderá afetar as dinâmicas de comércio e as relações internacionais, especialmente entre os EUA e a Venezuela, além de provocar reações de países como a Rússia, que se opõem a essas intervenções.

