A recente ofensiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra a Venezuela resulta na captura de Nicolás Maduro, ocorrida na madrugada do dia 3. Este ato não apenas rompeu com os princípios do multilateralismo, mas também sinaliza uma nova fase do imperialismo americano, deixando instituições como a ONU e o Congresso dos EUA em uma posição marginal.
Analistas destacam que Trump, ao tomar controle da maior reserva de petróleo do mundo, passa a utilizar o petróleo como uma ferramenta de negociação contra potências como China e Rússia. Essa estratégia pode gerar um cenário de divisões geopolíticas mais acentuadas, ampliando a influência dos EUA em regiões estratégicas e colocando outros territórios, como a Groenlândia e a Colômbia, sob sua mira.
As implicações dessa ofensiva são profundas, uma vez que a ação unilateral dos Estados Unidos pode criar precedentes para futuras intervenções e aumentar as tensões internacionais. O mundo observa com atenção enquanto as dinâmicas de poder se reconfiguram, questionando até onde Trump pode ir em sua busca por controle e influência global.

