O Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu, em 8 de janeiro de 2026, manter Nicola Assisi, um destacado membro da máfia italiana ‘Ndrangheta’, em regime prisional federal em Brasília. A decisão foi fundamentada em provas apresentadas pelo Departamento Penitenciário Federal, que indicam a continuidade da liderança de Assisi sobre atividades criminosas, mesmo enquanto detido.
As autoridades brasileiras relataram que Assisi, também conhecido como ‘Fantasma da Calábria’, tem tentado exercer influência no tráfico de drogas, estabelecendo conexões com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A defesa do mafioso argumenta que a sua permanência no sistema prisional federal é injusta e prejudica sua família, que reside em São Paulo. No entanto, a Justiça destaca a gravidade das acusações e as tentativas de Assisi de driblar a lei.
Com a manutenção de sua prisão, as autoridades buscam desmantelar as operações da ‘Ndrangheta’ na América do Sul, que é considerada uma das maiores importadoras de cocaína da Europa. O caso de Assisi exemplifica os desafios enfrentados pelo sistema judiciário brasileiro em lidar com organizações criminosas internacionais e a necessidade de medidas rigorosas para combater o crime organizado.

