Em meio a um cenário desafiador, analistas discutem as perspectivas para a Petrobras (PETR4) em 2026, destacando a deposição de Nicolás Maduro na Venezuela como um evento relevante. Essa mudança política pode influenciar a produção de petróleo a longo prazo, impactando os preços da commodity e, consequentemente, a rentabilidade da estatal brasileira.
Os analistas ressaltam que, apesar das dificuldades impostas por um possível aumento na produção venezuelana e a consequente pressão sobre os preços internacionais do petróleo, a Petrobras mantém um diferencial competitivo importante: seus baixos custos de extração. Entretanto, a expectativa é de que a queda nos preços do petróleo penalize a empresa, reduzindo suas margens e faturamento, especialmente em um cenário de preços sustentados em queda.
Para o futuro, as recomendações de compra permanecem, com um preço-alvo de R$ 43 para as ações da Petrobras até o final de 2026. A empresa deve focar na aceleração de investimentos em exploração e produção, o que pode trazer retornos significativos a partir de 2027, mas também exigirá uma gestão cuidadosa de seus recursos financeiros diante das incertezas do mercado.

