Taxas de DIs curtas permanecem estáveis e longas sobem levemente no Brasil

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

No dia 7 de janeiro de 2026, as taxas de DIs curtas no Brasil mantiveram-se estáveis, enquanto as taxas longas registraram leves elevações. Com o Congresso em recesso, o mercado brasileiro enfrenta uma ausência de estímulos significativos, resultando em baixa volatilidade. As taxas do DI para janeiro de 2028 fecharam em 12,985%, enquanto as de janeiro de 2035 subiram para 13,57%.

A atenção dos investidores está voltada para o cenário econômico dos Estados Unidos, onde dados recentes indicaram uma criação de empregos inferior ao esperado no setor privado. Embora a liquidez tenha diminuído no Brasil, os números mistos da economia americana geram expectativa em relação ao relatório de emprego que será divulgado na próxima sexta-feira. Isso pode influenciar as apostas sobre a decisão do Federal Reserve sobre as taxas de juros.

Além disso, o noticiário econômico brasileiro destaca a liquidação do Banco Master e as declarações do ministro do Trabalho sobre o impacto do reajuste do salário mínimo na economia nacional. Em um contexto em que a expectativa para o futuro econômico permanece incerta, os investidores aguardam sinais claros que possam direcionar suas decisões nos próximos dias.

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