A Justiça do Rio de Janeiro determinou, nesta quarta-feira (7), a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb. O juiz André Felipe Veras de Oliveira fundamentou a decisão em riscos à ordem pública e à aplicação da lei penal, considerando as circunstâncias em que o empresário foi detido no Ceará, portando um documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
Rangel foi preso na última segunda-feira (5) no Aeroporto Regional de Jericoacoara. O pedido de prisão preventiva foi feito pelo Ministério Público do Rio de Janeiro após o empresário descumprir medidas cautelares impostas anteriormente, relacionadas a denúncias de furto de obras de arte e outros objetos. A defesa do ex-CEO alega que não houve descumprimento, argumentando que não ficou mais de 30 dias fora do Rio sem aviso e questionando a validade do monitoramento da tornozeleira.
O juiz, no entanto, destacou que o relatório de monitoramento da Secretaria de Administração Penitenciária indica reiteradas violações por parte do réu. Com a expedição do mandado de prisão, Rangel deverá ser encaminhado ao Rio de Janeiro, onde enfrentará as consequências legais de suas ações, que incluem denúncias de crimes anteriores e a necessidade de garantir a ordem pública.

