A partir de 1° de janeiro de 2026, a contribuição mensal dos Microempreendedores Individuais (MEIs) sofreu um reajuste, passando de R$ 75,90 para R$ 81,05. Esse aumento decorre do reajuste de 6,79% no salário mínimo, que agora é de R$ 1.621, refletindo a atual política de vinculação das contribuições ao salário mínimo. Assim, os MEIs, que representam uma parcela significativa da economia, precisarão se adequar a essa nova realidade financeira.
A contribuição é feita através do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que vence todo dia 20 de cada mês. Além da contribuição previdenciária, o DAS inclui impostos que os MEIs devem pagar, sendo que aqueles que atuam em setores específicos, como comércio e serviços, podem ter encargos adicionais. Essa estrutura de arrecadação é fundamental para garantir a formalização e os benefícios sociais a que têm direito.
Com o aumento das contribuições, espera-se que os MEIs busquem estratégias para manter a saúde financeira de seus negócios. A formalização como MEI oferece vantagens, como a possibilidade de emitir notas fiscais e acesso a crédito, mas também impõe obrigações financeiras que devem ser cuidadosamente geridas. A adaptação a esse novo cenário é crucial para a sustentabilidade dos pequenos empreendimentos no Brasil.

