Na quarta-feira (7), a Casa Branca informou que um navio petroleiro apreendido no Atlântico Norte foi classificado como apátrida por utilizar uma insígnia falsa. O petroleiro, que supostamente navegava sob bandeira russa, foi capturado após mais de duas semanas de perseguição por forças americanas, que também apreenderam um segundo navio no Caribe relacionado às sanções contra o petróleo venezuelano.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o navio pertence à frota fantasma da Venezuela e estava transportando petróleo que não poderia ser comercializado devido às sanções em vigor. Com a declaração de apátrida, as autoridades americanas ressaltaram que o navio tinha uma ordem judicial de apreensão, o que justifica a ação contra a tripulação pela violação das regras estabelecidas.
As apreensões refletem a determinação dos Estados Unidos em combater o transporte de petróleo venezuelano e manter a pressão sobre o regime de Caracas. O desdobramento dessa operação pode ter implicações significativas nas relações comerciais e diplomáticas da região, além de potencialmente intensificar a vigilância sobre atividades marítimas suspeitas.

