Cuba vive um embate contínuo contra o embargo econômico imposto pelos Estados Unidos, que perdura por mais de 60 anos. Desde 2020, o país atravessa sua mais severa crise econômica em três décadas, marcada por inflação crescente, escassez de alimentos e cortes de energia, agravando a situação social e econômica da população.
A crise econômica em Cuba é exacerbada por uma onda de emigração sem precedentes e pela deterioração dos serviços de saúde. O governo cubano tem recorrido ao envio de profissionais de saúde ao exterior e à reabertura do turismo como estratégias para mitigar os efeitos do embargo e recuperar a economia. Com a ajuda de aliados, como a Venezuela e a China, o país busca novas fontes de recursos e investimentos para enfrentar a crise.
Recentemente, o governo cubano flexibilizou algumas políticas econômicas ao permitir a operação de pequenas e médias empresas, representando uma mudança significativa na dinâmica econômica do país. Essa abertura visa estimular a economia e reduzir a dependência de fontes externas, enquanto a diáspora cubana continua a desempenhar um papel crucial no sustento de muitas famílias através de remessas. O futuro de Cuba dependerá da eficácia dessas medidas e da capacidade de lidar com as restrições externas.

