Durante a Consumer Electronics Show em Las Vegas, o CEO da Nvidia, Jensen Huang, revelou que a demanda por seus chips de inteligência artificial H200 na China se encontra ‘bastante alta’. Essa declaração foi feita no dia 7 de janeiro de 2026, e surgiu um mês após a administração Trump autorizar a venda dos chips no país asiático. Huang informou que a cadeia de suprimentos da empresa está em operação e que os H200 estão sendo produzidos em ritmo acelerado.
Huang também mencionou que a Nvidia está em processo de finalização dos detalhes para o licenciamento de exportação com o governo dos EUA. Ele ressaltou que as informações sobre a demanda são obtidas através de pedidos de compra, não por comunicados oficiais. A CFO da empresa, Colette Kress, expressou otimismo sobre a capacidade de atender a crescente demanda por inteligência artificial e computação acelerada, prevendo que a nova linha de chips, chamada Vera Rubin, começará a ser enviada na segunda metade de 2026.
As declarações de Huang indicam um fortalecimento da relação comercial entre a Nvidia e o mercado chinês, especialmente em um contexto de crescente concorrência no setor de tecnologia. A expansão da parceria da Nvidia com a Siemens para desenvolver um sistema operacional de IA industrial também sugere um foco estratégico em inovações que atendam a demanda global por tecnologias avançadas. O cenário revela um otimismo cauteloso sobre o futuro da indústria de chips, especialmente em relação ao mercado asiático.

