O presidente dos Estados Unidos declarou durante uma transmissão ao vivo que o governo americano irá controlar a venda de até 50 milhões de barris de petróleo da Venezuela. Essa afirmação foi feita em 7 de janeiro de 2026, quando ele também ressaltou que nenhum ‘agente estrangeiro’ estaria envolvido na gestão das vendas. A decisão reflete uma estratégia para aumentar a influência dos EUA sobre os recursos naturais do país sul-americano.
O contexto dessa declaração se insere em um cenário de tensões políticas entre os dois países, onde a Venezuela tem enfrentado crises econômicas e políticas significativas. O compromisso do governo venezuelano, por meio de seu representante, de não permitir a presença de agentes externos na operação do petróleo, adiciona uma camada de complexidade às negociações. A situação é ainda mais complicada por questões de sanções e a busca por uma solução para a crise humanitária no país.
As implicações dessa decisão podem ser vastas, afetando não apenas a economia venezuelana, mas também as relações diplomáticas entre os EUA e outros países da região. O controle do petróleo pode ser visto como uma tentativa americana de reverter a influência de potências como a Rússia e a China na América Latina. O futuro das relações entre os dois países dependerá das reações a essa nova abordagem e dos desdobramentos nas negociações sobre os recursos energéticos.

