Cinco anos após a invasão do Capitólio, apoiadores de Donald Trump se reuniram nas ruas de Washington, D.C., em 6 de janeiro, para um ato em homenagem a Ashli Babbitt, uma militante pró-Trump morta durante a tentativa de invasão em 2021. O evento provocou reações contundentes de legisladores democratas, que criticaram a tentativa de reescrever a história do ataque e defenderam o respeito à democracia.
A marcha atraiu dezenas de manifestantes, incluindo Enrique Tarrio, ex-líder do grupo extremista Proud Boys, condenado por sua participação na organização do ataque. Durante o ato, os participantes descreveram Babbitt como vítima de abuso policial, enquanto os democratas reafirmaram que o evento foi uma insurreição contra a ordem democrática, com líderes do partido denunciando os perdões concedidos por Trump a envolvidos na invasão.
O protesto terminou em confusão após um confronto com um contramanifestante, que foi detido pela polícia. As manifestações reacenderam críticas ao perdão coletivo de Trump, visto como uma normalização da violência política. A situação se agrava com depoimentos de um ex-promotor federal sugerindo que havia evidências suficientes para acusar Trump de tentar reverter o resultado das eleições de 2020.

