Reino Unido exige ações contra imagens íntimas geradas por deepfake

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

A ministra da Tecnologia do Reino Unido, Liz Kendall, classificou como ‘absolutamente horripilantes’ as imagens íntimas geradas por deepfake que envolvem mulheres e menores. O governo britânico, preocupado com as consequências desses conteúdos, está intensificando a pressão sobre as plataformas digitais para que adotem medidas eficazes contra essa prática.

As imagens não consensuais afetam profundamente a privacidade e a dignidade das vítimas, levando o governo a considerar legislações mais rigorosas. Kendall enfatizou que a proteção dos indivíduos, especialmente crianças, é uma prioridade, e que a disseminação dessas imagens não pode ser tolerada.

Com essas ações, espera-se que o Reino Unido estabeleça um marco no combate a crimes digitais, promovendo a segurança online e a proteção dos direitos civis. O desdobramento dessa iniciativa pode influenciar outros países a adotarem medidas semelhantes, destacando a importância de uma resposta global a esse problema emergente.

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