Na noite de segunda-feira, 5, o ex-CEO da Hurb, João Ricardo Mendes, de 44 anos, foi preso no aeroporto de Jericoacoara, no Ceará, sob a acusação de portar documentos falsos. A prisão ocorreu quando ele tentava embarcar em um voo com destino a Guarulhos, em São Paulo, e foi abordado por policiais acionados após a identificação de irregularidades por funcionários da companhia aérea.
Durante a abordagem, os policiais verificaram a autenticidade dos documentos apresentados por Mendes e constataram que se tratavam de falsificações. Além disso, o ex-executivo estava usando uma tornozeleira eletrônica que estava descarregada, o que agrava sua situação legal. Mendes já havia sido preso anteriormente por furto de obras de arte em um hotel de luxo no Rio de Janeiro, o que destaca um histórico de problemas com a justiça.
A prisão de Mendes também levanta questões sobre a situação da Hurb, que foi forçada a interromper suas operações formais no Brasil em abril de 2025 devido a sanções legais e a diversas reclamações de consumidores. O desdobramento deste caso poderá impactar ainda mais a imagem da empresa e trazer à tona discussões sobre a necessidade de maior regulamentação no setor de turismo.

