Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, e sua esposa, Cilia Flores, estão presos no Metropolitan Detention Center (MDC) em Nova York desde 3 de janeiro de 2026, enfrentando sérias acusações de narcoterrorismo e lavagem de dinheiro. O MDC é a única prisão de Nova York destinada a detentos que aguardam julgamento ou transferência, o que aumenta a atenção sobre suas condições de encarceramento.
O MDC, que abriga até 1.600 detentos, tem um histórico de problemas graves, incluindo a morte de prisioneiros e críticas por condições desumanas. Em 2019, um apagão deixou os presos sem aquecimento durante o rigoroso inverno, e juízes já se recusaram a enviar novos detentos para a unidade por questões de segurança e saúde. Recentemente, o local passou a abrigar pessoas em situação migratória irregular, gerando mais críticas sobre seu funcionamento.
As implicações da detenção de Maduro e Flores no MDC podem repercutir não apenas nas relações entre os EUA e a Venezuela, mas também na percepção da comunidade internacional sobre o sistema prisional dos Estados Unidos. Com as crescentes denúncias de corrupção e negligência, a situação levanta questões sobre a justiça e os direitos humanos, potencialmente impactando futuras políticas e reformas no sistema prisional americano.

