Após a captura de Nicolás Maduro por forças americanas, líderes mundiais se uniram em apoio a Edmundo González Urrutia, exilado na Espanha, como presidente legítimo da Venezuela. Urrutia reivindica a vitória nas eleições presidenciais de 2024, marcando um momento crítico para o futuro político do país. A vice-presidente Delcy Rodríguez, reconhecida como interina, enfrenta resistência crescente à sua legitimidade.
A situação na Venezuela se complica com a pressão internacional por uma transição democrática. O presidente francês Emmanuel Macron, entre outros líderes, manifestou apoio a Urrutia, enfatizando a necessidade de respeitar a vontade do povo venezuelano. Em resposta, o governo venezuelano desqualificou os comentários de Macron, classificando-os como uma interferência inaceitável nos assuntos internos do país.
Com o cenário político em rápida transformação, diversas nações latino-americanas, como Equador e Argentina, também se posicionaram a favor de Urrutia. O ex-presidente da Costa Rica, Óscar Arias, e outros líderes europeus expressaram sua preocupação com a legitimidade das autoridades venezuelanas. A busca por uma solução pacífica e democrática se intensifica, enquanto Urrutia destaca a necessidade de libertação de presos políticos e formação de um governo de unidade nacional para restaurar a democracia no país.


