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Trump se distanciou de María Machado na crise venezuelana

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

Durante uma recente declaração, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abordou sua abordagem em relação à Venezuela, mencionando a necessidade de capturar Nicolás Maduro. Trump destacou que sua intenção é desmantelar a colaboração do governo venezuelano com cartéis de drogas, mas não fez menção à democracia, um aspecto crucial da crise política. A líder da oposição, María Corina Machado, que foi impedida de concorrer nas eleições, criticou a postura de Trump e pediu apoio para a restauração das liberdades no país.

Machado, uma figura significativa na luta contra a ditadura de Maduro, recentemente aceitou o Prêmio Nobel da Paz, que dedicou a Trump, expressando apoio às suas ações contra o tráfico de drogas. Contudo, Trump afastou-se dela, alegando que seria ‘difícil’ para ela governar, o que gerou críticas de especialistas que afirmam que Machado possui apoio considerável no país. A administração Trump, em vez de apoiar a oposição, parece estar negociando com o vice-presidente Delcy Rodríguez, o que levanta preocupações sobre a falta de apoio a um governo democraticamente eleito.

A situação na Venezuela permanece incerta, com Trump ainda podendo optar por apoiar a oposição, caso o governo atual não atenda às suas demandas. Especialistas sugerem que essa seria uma oportunidade para promover a democracia no país, especialmente com a aproximação da próxima entrega do Nobel da Paz. A administração de Trump enfrenta um dilema complexo, onde as questões de segurança e interesses econômicos se entrelaçam com a necessidade de restaurar a democracia em Venezuela.

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