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EUA reforçam controle na América Latina após operação militar na Venezuela

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

Em 5 de janeiro de 2026, a administração de Donald Trump anunciou uma operação militar em solo venezuelano, intensificando a retórica de controle sobre as Américas. O governo dos Estados Unidos declarou que a região está sob sua influência direta, usando a frase ‘este é o nosso hemisfério’ para justificar suas ações. Essa declaração ocorre em um contexto de crescente tensão geopolítica, especialmente em relação a potências como China e Rússia, que mantêm relações com o regime de Nicolás Maduro.

A operação militar foi coordenada por unidades de elite, e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos deve divulgar um relatório detalhado em breve. Fontes da Casa Branca indicam que o objetivo é desarticular estruturas que Washington considera ameaçadoras à sua segurança. O uso de redes sociais para comunicações oficiais de segurança nacional tem sido uma característica desta administração, refletindo uma abordagem mais direta e assertiva em comparação com décadas anteriores.

No Brasil, o governo observa a situação com cautela, especialmente em relação às fronteiras, monitoradas pelo Exército Brasileiro. A preocupação principal do Itamaraty gira em torno do fluxo migratório e da segurança energética do estado de Roraima, que historicamente depende de conexões com a Venezuela. A escalada das tensões regionais pode ter implicações significativas para a estabilidade e a política externa brasileira.

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