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Argentina reduz risco soberano e BCRA compra dólares após novas políticas

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

O risco soberano da Argentina, medido pelo rendimento adicional exigido pelos investidores, atingiu seu nível mais baixo em sete anos, sinalizando uma possível reintegração aos mercados internacionais de dívida sob a presidência de Javier Milei. Na última sexta-feira, esse rendimento caiu para menos de 559 pontos base em comparação aos títulos do Tesouro dos EUA, uma redução significativa desde as eleições de meio de mandato de outubro, quando o partido de Milei obteve uma vitória surpreendente no Congresso.

Em um contexto de celebração, Milei manifestou apoio à prisão do ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro, destacando um momento de euforia política em sua administração. Essa mudança de cenário econômico se dá em meio ao início de um programa de acumulação de reservas, que levou o Banco Central da Argentina (BCRA) a adquirir dólares pela primeira vez em nove meses, aumentando suas reservas em cerca de US$ 21 milhões.

No mercado cambial, o dólar oficial encerrou o dia cotado a 1.445 pesos para compra e a 1.495 pesos para venda. As recentes medidas adotadas pela nova administração podem ter implicações significativas para a economia argentina, especialmente em termos de confiança dos investidores e sustentabilidade financeira a longo prazo.

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