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Críticas à intervenção dos EUA na Venezuela marcam reunião da ONU

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

A administração Trump enfrentou severas críticas durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, após a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro. O encontro, realizado em 5 de janeiro de 2026, viu tanto aliados quanto adversários dos Estados Unidos condenarem a intervenção militar, que consideram uma violação dos princípios do direito internacional.

O embaixador da França na ONU, Jay Dharmadhikari, afirmou que a operação militar dos EUA compromete a ordem internacional e o princípio da resolução pacífica de disputas. O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, também expressou preocupação com a possível intensificação da instabilidade na Venezuela e seu impacto na região, sublinhando a necessidade de diplomacia em vez do uso da força. A Rússia e a China, aliados históricos da Venezuela, se uniram às críticas, exigindo a libertação de Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

As consequências dessa intervenção militar podem ser abrangentes, afetando não apenas a Venezuela, mas também as relações internacionais em geral. O embaixador venezuelano na ONU alertou que a aceitação de tais ações pode sinalizar um novo padrão de comportamento no cenário global, onde a força se torna o árbitro das relações entre estados. A situação permanece tensa, com a comunidade internacional observando atentamente os desdobramentos da crise venezuelana.

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