O Equador implementou restrições à entrada de venezuelanos associados ao governo de Nicolás Maduro, que foi capturado em uma operação militar sob a direção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A informação foi divulgada pela Chancelaria equatoriana, destacando a posição do presidente Daniel Noboa como um dos aliados de Trump na América Latina.
A medida limita a entrada de funcionários públicos, militares, empresários e outras pessoas vinculadas à presidência de Maduro, com o objetivo declarado de proteger a segurança nacional. O comunicado enfatiza que o Equador não permitirá abusos nos pedidos de asilo e refúgio, reforçando sua postura em relação à segurança interna.
A decisão do Equador se alinha com ações semelhantes adotadas por países vizinhos, como Argentina e Peru, após a prisão de Maduro. Ele aguarda sua apresentação à Justiça nos Estados Unidos, onde enfrenta sérias acusações de narcotráfico e terrorismo, refletindo as tensões políticas e sociais na região.

