EUA realizam operação militar para capturar Nicolás Maduro em Caracas

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a execução de uma operação militar para capturar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas. A ação, que surpreendeu muitos, foi resultado de um planejamento meticuloso que se estendeu por meses, envolvendo ensaios detalhados e a mobilização de forças militares significativas. A operação, batizada de Absolute Resolve, foi autorizada por Trump poucos dias antes, após recomendações de sua equipe de segurança nacional.

A preparação para a missão incluiu a criação de uma réplica da residência de Maduro, onde as tropas de elite dos EUA ensaiaram a entrada em um ambiente fortemente protegido. A CIA teve uma presença no local desde agosto, coletando informações cruciais sobre os hábitos de Maduro, enquanto uma equipe de especialistas em segurança discutia as estratégias necessárias para a operação. Durante a operação, os EUA mobilizaram mais de 15 mil soldados e uma frota de aeronaves, demonstrando a magnitude do esforço militar.

Após a rendição de Maduro e sua esposa, as tropas americanas enfrentaram alguns desafios ao deixar o território venezuelano. A operação não resultou em fatalidades entre as forças americanas, mas gerou um novo momento de tensão nas relações diplomáticas entre os EUA e a Venezuela. As implicações dessa ação poderão repercutir fortemente na política regional e nas estratégias de segurança nacional dos EUA no futuro.

Compartilhe esta notícia