Cilia Flores, esposa do líder venezuelano Nicolás Maduro, foi capturada pelos militares americanos no dia 3 de janeiro de 2026, durante uma operação em sua residência no complexo militar do Forte Tiuana. A detenção ocorre em um momento crítico, onde ambos enfrentarão acusações de conspiração e narcotráfico em Nova York, destacando o crescente envolvimento dos Estados Unidos nas questões venezuelanas.
Considerada uma figura poderosa no governo chavista, Cilia construiu sua própria carreira política, paralela à de Maduro, recebendo o título de ‘primeira-combatente’. Desde 2018, ela é alvo de sanções americanas, que visam desmantelar o círculo íntimo do regime. A detenção do casal ressalta não apenas a instabilidade política na Venezuela, mas também a influência contínua dos Estados Unidos na região.
As implicações dessa detenção podem ser significativas, afetando não apenas a política interna da Venezuela, mas também as relações diplomáticas entre Caracas e Washington. A captura de Cilia e Maduro poderá intensificar as tensões entre os dois países, enquanto o futuro do chavismo e a resposta da comunidade internacional permanecem incertos. Este evento marca um novo capítulo na luta contra o narcotráfico na América Latina, com potencial para reconfigurar alianças e estratégias regionais.

