Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma operação militar ousada que resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas. A missão, que foi planejada por meses e envolveu a Força Delta do Exército e a CIA, culminou em um ataque coordenado que visou a residência fortificada de Maduro, onde ele e sua esposa foram detidos.
Fontes indicam que a operação, batizada de ‘Operação Absolute Resolve’, foi meticulosamente organizada, com ensaios realizados em uma réplica do esconderijo de Maduro. Antes do ataque, houve um aumento significativo das forças militares dos EUA na região, incluindo o envio de um porta-aviões e mais de 15 mil soldados. A operação envolveu também o monitoramento contínuo dos movimentos de Maduro por um ativo da CIA, que auxiliou na precisão da ação.
A captura de Maduro representa um ponto de virada nas relações entre os EUA e a Venezuela, levantando questões sobre as repercussões políticas na América Latina. A ação também reacende debates sobre a intervenção militar em assuntos internos de outros países, além de potencialmente alterar a dinâmica de poder na região. O desdobramento desta operação será acompanhado de perto por analistas e líderes internacionais.

