Neste sábado, 3 de janeiro de 2026, os líderes da América do Sul manifestaram reações divergentes ao ataque dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Países como Brasil, Colômbia e Uruguai expressaram preocupação com a intervenção americana, solicitando à ONU que busque uma solução pacífica. Em contrapartida, nações como Argentina e Paraguai celebraram a ação, considerando-a um passo importante no combate ao que chamam de regime ilegítimo de Maduro.
As condenações vieram acompanhadas de apelos à diplomacia. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a ação dos EUA como uma violação do direito internacional, enquanto o colombiano Gustavo Petro anunciou medidas de segurança na fronteira e apoio a refugiados. Por outro lado, o presidente argentino, Javier Milei, declarou apoio à intervenção, destacando seu impacto positivo na recuperação da democracia na Venezuela.
A situação ressalta a complexidade das relações diplomáticas na América do Sul, com diferentes visões sobre a intervenção externa. A divisão entre os países pode criar um ambiente propício para tensões políticas e sociais na região, à medida que as nações lidam com as consequências da ação militar. O futuro da Venezuela e suas relações com os vizinhos dependem agora de como essas dinâmicas se desenrolarão nas próximas semanas.

