Trump Captura Maduro e Reverte Promessas de Política Externa

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

No último sábado, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, executou uma operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, e sua esposa, em um ato que contraria sua política de ‘América Primeiro’. A operação, que envolveu cerca de 150 aeronaves e ocorreu nas primeiras horas da manhã, levou os líderes venezuelanos para Nova Iorque, onde enfrentarão acusações criminais. Essa ação surpreendeu aliados e apoiadores de Trump, que esperavam um afastamento de intervenções militares nos assuntos de outros países.

A captura de Maduro representa uma ruptura drástica com a agenda isolacionista que caracterizou parte da trajetória política de Trump. Enquanto ele vislumbra uma oportunidade de controlar uma nação rica em petróleo, a reação entre seus apoiadores é de incerteza e desconforto. Muitos observadores se questionam sobre a aceitação dessa nova postura expansionista entre os eleitores que apoiaram Trump por sua promessa de evitar guerras intermináveis e intervenções militares.

As repercussões dessa operação para a política externa dos EUA são amplas e ainda incertas. Trump insinuou que este poderia ser apenas o início de uma série de ações mais agressivas na região, direcionando críticas a outros líderes, como o presidente colombiano. O futuro da política americana em relação à América Latina agora se apresenta como um campo de tensões, trazendo à tona uma era em que os Estados Unidos reafirmam sua influência na região, evocando um passado de intervenções militares.

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