Venezuelanos lotam supermercados em Caracas após captura de Maduro

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

No último sábado, 3 de janeiro de 2026, os habitantes de Caracas, na Venezuela, formaram longas filas em supermercados e farmácias, buscando garantir suprimentos após a captura de Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos. A operação militar, marcada por bombardeios intensos, deixou a população em estado de alerta e incerteza sobre o futuro político do país.

Com a economia já fragilizada e a inflação disparando, muitos venezuelanos, como a senhora Rosangela Marín, demonstram preocupação em estocar alimentos e produtos básicos. Apesar de já possuírem algumas reservas em casa, o temor de novas crises os leva a se precaver. As ruas de Caracas, em grande parte desertas, refletem o clima de apreensão, com poucos se aventurando a sair de casa após os recentes ataques.

As filas não se limitam apenas aos supermercados; farmácias e postos de gasolina também registram aglomerações. A escassez de produtos e o aumento da pobreza, que atinge 73% da população, intensificam a urgência em garantir suprimentos. A situação atual sugere um futuro incerto, com potenciais desdobramentos que podem incluir uma crise humanitária, aumentando a pressão sobre a já debilitada economia venezuelana.

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