Uma operação militar dos Estados Unidos, realizada em Caracas, teve como alvo o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e contou com a participação de mais de 150 aeronaves. O chefe do Estado-Maior, general Dan Caine, afirmou que a missão exigiu meses de planejamento e ensaios, destacando a complexidade e a precisão necessárias para uma operação desse porte.
Caine, em coletiva de imprensa ao lado do presidente dos EUA, Donald Trump, enfatizou que a operação envolveu uma coordenação vasta em todo o hemisfério ocidental. Ele descreveu a missão como uma tarefa de integração complexa, que envolveu uma logística significativa para garantir a eficácia da ação militar. O uso de tantas aeronaves evidencia a seriedade do empenho americano na situação venezuelana.
As implicações dessa operação são amplas, especialmente em termos das relações diplomáticas na América Latina. O uso de forças militares em um país soberano pode levar a um aumento das tensões regionais e repercussões nas políticas de segurança. A reação da comunidade internacional e a resposta do governo venezuelano devem ser observadas atentamente nos próximos dias.

