Prisão de Filipe Martins gera polêmica entre apoiadores e governo

Isabela Moraes
Tempo: 1 min.

Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro, foi preso na sexta-feira, 1º de janeiro de 2026, a pedido do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A medida foi tomada devido ao descumprimento das condições de sua prisão domiciliar, conforme informado por fontes oficiais. A prisão gerou repercussão imediata entre aliados do ex-presidente e membros do governo atual.

Os apoiadores de Bolsonaro manifestaram indignação, argumentando que não havia justificativa legal para a decisão de Moraes. O deputado Carlos Jordy e outros aliados apontaram que Martins não cometeu infrações relevantes, destacando que suas ações na rede social LinkedIn não deveriam resultar em prisão. Por outro lado, parlamentares do governo Lula defenderam a legalidade da prisão, apontando Martins como parte de uma trama golpista.

O desdobramento dessa situação tensa reflete a polarização política no Brasil, onde a Justiça é frequentemente utilizada como ferramenta em disputas ideológicas. A prisão de Martins pode ter implicações significativas para a relação entre o Judiciário e o Executivo, além de acirrar ainda mais os ânimos entre os grupos políticos. Com a crescente tensão, o cenário político brasileiro continua a se desenhar como um campo de batalha polarizado.

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