Kim Ju Ae, filha do líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, fez sua primeira visita pública ao mausoléu que abriga os restos mortais de seus avós, Kim Il Sung e Kim Jong Il, em 1º de janeiro de 2026. A visita, registrada pela mídia estatal, é vista como um passo significativo na consolidação da posição de Ju Ae como possível sucessora de seu pai, reforçando a continuidade da dinastia Kim na liderança do país.
A família Kim tem governado a Coreia do Norte com um regime autoritário por décadas, e o culto à personalidade dos líderes é um aspecto central da vida no país. A aparição pública de Kim Ju Ae, que segundo relatos teria 12 anos, levanta importantes questões sobre o futuro do regime, especialmente em um momento em que a estabilidade política é relevante para a segurança regional. A jovem já foi chamada de “a filha querida” pela mídia estatal, o que indica seu papel crescente na política norte-coreana.
Analistas observam que a visita pode sinalizar uma transição de poder planejada, com Kim Ju Ae sendo preparada para assumir um papel de liderança em um futuro próximo. A atenção da mídia e o apoio do regime a sua figura sugerem que a dinastia Kim está se preparando para assegurar sua continuidade. Este acontecimento ocorre em um contexto de crescente vigilância internacional sobre o regime e seus desenvolvimentos internos, o que poderá impactar as relações da Coreia do Norte com outros países.

