Na manhã de 2 de janeiro, o vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, visitou o local do incêndio em um bar de Crans-Montana, na Suíça. O incidente, ocorrido durante as celebrações de Ano Novo, resultou na morte de pelo menos 47 pessoas e deixou 115 feridas, incluindo cidadãos italianos. Tajani pediu esclarecimentos sobre as circunstâncias da tragédia e enfatizou a necessidade de uma investigação rigorosa.
Durante a visita, o ministro das Relações Exteriores afirmou que dezenas de pessoas já foram interrogadas na tentativa de apurar responsabilidades. Ele descreveu as imagens do incêndio como dramáticas e questionou o uso de sinalizadores no local, classificando a ação como irresponsável. Tajani também depositou flores em um memorial e se reuniu com familiares das vítimas, confirmando que 19 italianos estavam entre os afetados, com seis ainda desaparecidos.
O incêndio, supostamente causado por um fenômeno de flashover, gerou uma força-tarefa entre autoridades italianas e suíças para lidar com a situação. Tajani ressaltou que a busca pela verdade é fundamental após a tragédia e que a identificação das vítimas pode ser um processo longo e difícil. Enquanto isso, a Federação Italiana de Golfe confirmou a primeira vítima identificada, embora a confirmação final dependa de testes de DNA.

