O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os hematomas em suas mãos são decorrentes do uso diário de aspirina, durante uma entrevista ao Wall Street Journal, publicada nesta quinta-feira. Ele negou também ter cochilado em reuniões públicas, explicando que ao fechar os olhos estava apenas relaxando. Além disso, desmentiu ter realizado uma ressonância magnética, esclarecendo que se tratou de uma tomografia computadorizada, um exame menos complexo.
Trump, de 79 anos, enfatiza que sua saúde está ‘perfeita’, embora sua condição física tenha gerado dúvidas, especialmente após seu segundo mandato ter começado. O presidente, conhecido por seu estilo de vida pouco ativo e preferência por fast-food, apresentou sintomas como hematomas persistentes e inchaço nos tornozelos. Seu médico confirmou que a tomografia foi realizada para descartar problemas cardiovasculares, um ponto sensível dado o histórico de saúde de sua idade.
As declarações de Trump vêm em um momento em que a saúde de líderes políticos é frequentemente escrutinada, especialmente quando se trata de sua capacidade de governar. Enquanto ele tenta desviar a atenção de especulações sobre sua saúde, a comparação com seu antecessor, Joe Biden, que deixou o cargo aos 82 anos, também é inevitável. A imagem de vigor que Trump busca projetar pode ser desafiada se preocupações sobre sua saúde persistirem.

