O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em recente entrevista ao Wall Street Journal que está ingerindo uma quantidade de aspirina maior que a recomendada por seus médicos. Durante a conversa, Trump enfatizou que acredita que a aspirina é benéfica para a saúde cardiovascular, afirmando: ‘Quero um sangue bom e fino passando pelo meu coração’. Essa revelação ocorre em meio a uma crescente preocupação pública sobre sua saúde, especialmente após a observação de hematomas em suas mãos.
Nos últimos meses, a saúde de Trump tem sido objeto de intenso escrutínio, principalmente após a realização de exames médicos, incluindo uma ressonância magnética em outubro. A Casa Branca explicou que os hematomas são resultado do aperto de mãos frequente, e o médico do presidente, Sean Barbabella, informou que ele toma 325 miligramas de aspirina diariamente para prevenção cardíaca, uma dose significativamente maior que a usualmente recomendada de 81 miligramas.
Embora o uso de aspirina em doses baixas seja comum para a prevenção de doenças cardíacas em pessoas acima de 60 anos, a decisão de Trump de exceder essa quantidade levanta questões sobre sua saúde e bem-estar. O exame recente de imagem não indicou problemas cardiovasculares, mas a situação continua a gerar debates sobre a aptidão do presidente para o cargo, especialmente considerando sua idade avançada e as implicações de sua saúde na política americana.

