O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, recusou o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026. Após a alta do ex-presidente do Hospital DF Star, prevista para o mesmo dia, ele deve retornar à sede da Polícia Federal em Brasília para continuar cumprindo sua pena. Moraes argumentou que a defesa não trouxe novos fatos que justificassem a alteração do regime de cumprimento da pena.
Durante a análise do pedido, Moraes destacou que a saúde de Bolsonaro não havia se agravado e que, na verdade, houve uma melhora em seu quadro clínico após cirurgias realizadas recentemente. O ministro ressaltou que os cuidados médicos necessários podem ser mantidos na Polícia Federal, garantindo que não haja prejuízos à saúde do ex-chefe do Executivo durante o cumprimento de sua pena. Assim, a decisão reafirma a posição do STF em manter o ex-presidente sob custódia.
Com esta decisão, o caso de Bolsonaro continua a ser um tema relevante na política brasileira, especialmente em um momento em que questões de saúde e justiça se entrelaçam. O retorno à PF pode gerar novos desdobramentos na opinião pública e nas atividades políticas do ex-presidente. A situação permanece em monitoramento, e a expectativa é de que novas informações sobre sua saúde e a continuidade do processo judicial sejam divulgadas em breve.

