O calendário eleitoral de 2026 começa a se delinear no primeiro semestre, com foco na desincompatibilização de cargos. Essa etapa é crucial para a definição de candidaturas, especialmente em relação ao governador de São Paulo, que deve decidir entre a reeleição ou uma candidatura à presidência. O prazo para deixar funções do Executivo se inicia em abril de 2026.
Após a desincompatibilização, as convenções partidárias ocorrerão entre o final de julho e o início de agosto, momento em que os partidos oficializarão seus candidatos e alianças. A Justiça Eleitoral também se envolverá, analisando a elegibilidade dos candidatos até meados de agosto. A situação é acompanhada de perto por investidores, que consideram a estabilidade econômica um fator determinante.
A eventual saída do governador para a disputa presidencial pode provocar significativas mudanças no cenário político e econômico. A campanha eleitoral, que oficialmente começa antes do primeiro turno em outubro de 2026, terá um impacto direto nas estratégias partidárias. A expectativa gira em torno de quem estará disposto a trocar cargos consolidados por uma candidatura nacional, reduzindo assim as ambiguidades sobre o futuro político do país.

