O ex-presidente Jair Bolsonaro, internado desde 24 de dezembro para a realização de uma cirurgia, deve receber alta no dia 1° de janeiro, após ser diagnosticado com apneia obstrutiva do sono. O distúrbio provoca interrupções na respiração durante a noite, elevando o risco de problemas cardiovasculares, como insuficiência cardíaca e AVC. Apesar de já ter sido diagnosticado anteriormente, Bolsonaro não se adaptou ao tratamento com CPAP até então.
De acordo com o cirurgião Claudio Birolini, que acompanha o ex-presidente, um exame recente revelou que Bolsonaro apresenta apneia severa, com até 50 episódios por hora. Embora já fosse recomendado o uso do CPAP, ele não havia iniciado o tratamento adequado. Contudo, durante a internação, Bolsonaro começou a usar o dispositivo e relatou melhorias na qualidade do sono, o que indica uma nova fase em sua recuperação.
A apneia do sono é uma condição comum que afeta milhões de brasileiros, envolvendo sintomas como sonolência diurna e ronco intenso. O tratamento adequado é essencial para prevenir complicações mais graves, e a adaptação ao uso do CPAP é um passo importante para a recuperação de Bolsonaro. Com a continuidade do tratamento, espera-se que o ex-presidente melhore sua saúde e qualidade de vida.

