Mali e Burkina Faso proíbem cidadãos dos EUA em retaliação a restrições de Trump

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

Os governos de Mali e Burkina Faso implementaram uma proibição de entrada para cidadãos dos Estados Unidos, em um movimento que reflete a insatisfação com as restrições de viagem estabelecidas pela administração de Donald Trump. A decisão foi anunciada em 31 de dezembro de 2025 e é vista como uma resposta direta às políticas que, segundo esses países, discriminam seus cidadãos.

Ambas as nações argumentam que as restrições impostas pelos Estados Unidos são equivalentes àquelas que seus cidadãos enfrentam ao tentar entrar no país norte-americano. Essa ação de retaliação destaca a crescente tensão nas relações entre os países africanos e os Estados Unidos, especialmente em um contexto global de crescente nacionalismo e proteção de fronteiras.

As implicações dessa proibição podem ser significativas, afetando não apenas o turismo e as relações diplomáticas, mas também a percepção global sobre as políticas de imigração dos Estados Unidos. A reação de Mali e Burkina Faso pode incentivar outros países a adotar posturas semelhantes, complicando ainda mais a dinâmica internacional em torno das políticas de viagem e imigração.

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