No dia de Natal, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ataques contra jihadistas na Nigéria, reafirmando sua postura em relação ao nacionalismo cristão. Em mensagens postadas na plataforma Truth Social, Trump se afastou das tradicionais saudações natalinas, optando por um tom provocativo ao se dirigir a seus opositores e a terroristas, destacando seu compromisso com a defesa dos cristãos.
A Casa Branca, por sua vez, emitiu uma mensagem de Natal mais convencional, repleta de referências bíblicas e expressando votos de amor e paz. Entretanto, o governo não reportou a participação de Trump em serviços religiosos durante as festividades, o que contrasta com a crescente religiosidade visível nas ações de membros de sua administração, incluindo um serviço religioso realizado pelo Pentágono.
As declarações de Trump e de figuras como o vice-presidente J.D. Vance revelam um movimento em direção a uma política mais explicitamente cristã nos Estados Unidos, desafiando o princípio da separação entre Igreja e Estado. Essa tendência pode ter implicações significativas para a política interna e externa americana, à medida que a fé começa a moldar decisões governamentais em um contexto cada vez mais polarizado.

