O Paris Saint-Germain foi condenado, em 16 de dezembro de 2025, a pagar 61 milhões de euros ao ex-jogador Kylian Mbappé, referente a bônus e salários não quitados, por uma decisão de tribunal trabalhista em Paris. A quantia é inferior à reivindicação original de Mbappé, que buscava quase 263 milhões de euros, enquanto o clube havia solicitado 440 milhões de euros em danos. O PSG, que se declarou surpreendido com a decisão, confirmou que pode recorrer do veredicto.
O tribunal rejeitou integralmente os pedidos do PSG e limitou a compensação de Mbappé a valores referentes a bônus e férias não pagos. O clube também deverá informar seus torcedores sobre a decisão em destaque em seu site por um mês. A defesa de Mbappé expressou satisfação com a decisão, destacando a importância do cumprimento de compromissos na indústria do futebol, onde os direitos trabalhistas devem ser respeitados.
As tensões entre Mbappé e o PSG aumentaram ao longo de seu contrato, especialmente quando o jogador expressou sua intenção de deixar o clube como agente livre em junho de 2024. O PSG, que considerou a saída desleal, havia tentado negociar uma redução salarial em troca da permanência do atleta. A situação ressalta questões complexas sobre contratos e relações trabalhistas no futebol profissional, que podem ter desdobramentos significativos para clubes e jogadores no futuro.

