María Corina Machado enfrenta fuga arriscada para receber prêmio Nobel

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

A líder opositora venezuelana María Corina Machado enfrentou uma fuga dramática da Venezuela para Oslo, onde deveria receber o prêmio Nobel da Paz. A operação, batizada de ‘Operação Dinamite Dourada’, envolveu disfarces, barcos em mares agitados e especialistas em resgate, refletindo os perigos que ela enfrentou sob o regime de Nicolás Maduro. Após entrar na clandestinidade, Machado comprometeu-se a comparecer pessoalmente à cerimônia, apesar da repressão que a força a viver escondida.

A saída de Machado começou com uma série de manobras arriscadas, incluindo o uso de uma peruca para despistar autoridades e a travessia de postos de controle. Sob vigilância intensa, ela foi ajudada por uma equipe que enfrentou obstáculos, como um barco avariado e um mar agitado, para garantir sua fuga. A operação foi marcada por momentos de tensão, com a preocupação constante de ser detectada por forças de segurança venezuelanas.

Após uma viagem cheia de contratempos, Machado chegou a Curaçao e, em seguida, seguiu para Bangor, no estado americano de Maine, antes de finalmente atingir seu destino na Noruega. Em Oslo, ela expressou sua gratidão àqueles que arriscaram suas vidas por sua segurança e reafirmou sua intenção de retornar ao país. A saga de Machado não apenas destaca os desafios enfrentados pela oposição venezuelana, mas também sublinha a importância de sua luta por liberdade e democracia na Venezuela.

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