Em 10 de dezembro, a administração Trump iniciou as inscrições para o programa “Gold Card”, que permite a estrangeiros adquirirem residência permanente nos Estados Unidos mediante um investimento de US$ 1 milhão. O governo projeta arrecadar até US$ 100 bilhões com esta iniciativa, que também requer uma taxa de processamento de US$ 15 mil para iniciar o processo. Este programa surge como parte das promessas de campanha de Trump para reformular a política de imigração do país.
O “Gold Card” oferece um caminho acelerado para a obtenção do status de residente legal, além de permitir que empregadores patrocinem trabalhadores por meio de cartões corporativos, com um investimento de US$ 2 milhões. A proposta busca substituir os vistos EB-1 e EB-2, consolidados para profissionais com habilidades extraordinárias, e é uma resposta direta ao aumento da imigração ilegal, uma prioridade da administração Trump. O programa gerou controvérsias, especialmente entre líderes e empresários que dependem de políticas de imigração mais flexíveis.
A implementação do “Gold Card” poderá impactar a dinâmica da imigração nos EUA, especialmente com a proximidade da Copa do Mundo FIFA 2026. À medida que o país se prepara para o evento, as restrições de viagem e as políticas de imigração se tornam mais relevantes, levantando preocupações sobre como isso afetará a participação de representantes internacionais. O futuro deste programa dependerá da reação pública e das consequências econômicas decorrentes das novas regras de imigração.

