O pai e a madrasta de Emanuelly Lourenço Silva Souza, de apenas três anos, foram presos na noite de 27 de novembro em Guarulhos, na Grande São Paulo, sob a suspeita de assassinato. O corpo da criança foi descoberto após uma denúncia de maus-tratos que levou o Conselho Tutelar a intervir, resultando na confissão do pai sobre o crime. O caso chocou a comunidade local, evidenciando a gravidade da violência familiar na região.
De acordo com as informações, o pai teria encontrado a menina morta ao voltar do trabalho e, em um desdobramento trágico, decidiu esquartejar o corpo junto à madrasta. A criança estava sob a responsabilidade dos dois devido a um tratamento médico da mãe, o que levanta preocupações sobre a atuação das autoridades de proteção à infância. A madrasta, embora tenha se mostrado nervosa ao ser questionada, também confessou ter ajudado a ocultar o cadáver.
As investigações prosseguem sob a supervisão da polícia, que registrou o caso como homicídio e ocultação de cadáver. Este incidente alarmante destaca a necessidade urgente de medidas efetivas de proteção à infância e a importância de se ouvir as vozes das crianças em situações de risco. O caso suscita um debate necessário sobre a prevenção da violência doméstica e a proteção de menores em situações vulneráveis.

